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Paróquias Diocese São Luis

Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Porto Esperidião


CNPJ: 03.192.499/0025-41

Data da Fundação: 2006-03-15

Endereço: Praça Matriz s/n Porto Esperidião/MT - 78.240-000

Telefone: (65) 3225-1457

Email: portoesperidiao@diocesedecaceres.com.br



Pároco: Pe. Marcelo da Silva Ramos

IRMÃS FRANCISCANAS DE NOSSA SENHORA APARECIDA
Ir. Maristela Korbes
Ir. Marialda Costella
Ir. Dalva Ana Bouvié
Ir. Claudete Mantovani


    Com a formação de povoado datado por volta do fim do século XIX, Porto Esperidião, antiga Vila Porto Salitre, foi fundada por Rondon, às margens do Rio Jauru, permanecendo distrito de Cáceres até sua emancipação em 1986. É notória a presença da Igreja desde os tempos em que Porto Esperidião, ainda um pequeno povoado, era caminho para Vila Bela da Santíssima Trindade. Porto Esperidião está localizado na fronteira Brasil/Bolívia. A sua primeira Igreja foi construída, em 1955, pelo DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem).
    A Paróquia: Como território da diocese de São Luiz de Cáceres, a Paróquia de Porto Esperidião, foi atendida por muitos anos pelos padres ora advindos de Cáceres, ora de cidades vizinhas, tais como São José de Quatro Marcos (1977 a 1986) e Mirassol d’Oeste (1987 a 2006). Em 2006 foi criada então a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Porto Esperidião para melhor atender às necessidades religiosas desta região. Teve como primeiro pároco o Pe. Devair Braga Caldeira, seguido por Pe. Pedro Antonio de Souza e o atual pároco: Pe. Vylson Barbosa da Silva.
    Merece destaque a chegada, em 1984, a Porto Esperidião, das Irmãs Franciscanas advindas do Rio Grande do Sul, realizando diversos trabalhos junto às comunidades na Linha de Fronteira.

 

A realidade local
    A região de Fronteira foi estigmatizada, tida como “espaços vazios”, por ser um território extenso, com dificuldades de transportes e serviços, que ainda são precários. Uma das características dessa região é a presença dos povos Chiquitanos ou chiquitos, denominação genérica que se deu, a partir do século XVII, ao povo aldeado pelos jesuítas em diversas Missões do leste do que hoje é a República da Bolívia. Com o tempo, os chiquitanos ocuparam a região fronteiriça Brasil-Bolívia. Vitimados pela violência étnica – escravidão e abusos de toda ordem como a espoliação de suas terras e de sua força de trabalho – camuflaram-se em pequenos núcleos familiares tentando se integrar à sociedade nacional (FERREIRA, 2001, p 204).
    A igreja Católica vem por séculos fazendo-se presente, levando o Evangelho de Jesus Cristo, e colaborando para o desenvolvimento humano e espiritual de milhares de pessoas que moram nessa região, assistidas pelos párocos, irmãs das ordens religiosas e pelos leigos que aqui residem ou passaram. Na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima tem-se desenvolvido vários trabalhos com as comunidades de Porto Esperidião, por meio das reuniões mensais, as Pastorais, o Ministério, os Movimentos do Apostolado e da Renovação Carismática e os Grupos Cultuais de danças típicas.
    Há atualmente, um forte trabalho de revitalização das mais de 30 comunidades que compõem a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, compreendendo os municípios de Porto Esperidião e Glória D’ Oeste.